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17 de out. de 2010

Adoçantes combinam com Infância?



                  Crianças Obesas ou com Sobrepeso podem utilizar adoçantes?

A conclusão das pesquisas mais recentes é que a substituição do açúcar (em geral e nas bebidas adoçadas com açúcar) por adoçantes e bebidas diet ajuda a evitar e desacelerar o ganho de peso dos pré-escolares já com sobrepeso ou obesos.

Embora nem todos os estudos demonstrem os mesmos resultados (alguns até observaram aumento do peso destas crianças), as pesquisas revelaram que o excesso de peso em crianças se deve ao consumo de 150 calorias extras por dia. Esse dado sugere que pequenas mudanças de estilo de vida, como a substituição do açúcar por adoçante e a prática de atividades físicas, podem prevenir o excesso de peso desta população.

A troca do açúcar pelo adoçante, quando necessária, deve ser indicada pelo médico/nutricionista que acompanha a criança. Quem já precisou fechar a boca alguma vez na vida, sabe que só substituir açúcar por adoçante não resolve o problema. Se não substituirmos alimentos “gordos” e de “calorias vazias” (como salgadinhos, refrigerantes e balas) por alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais, não há milagre.

Portanto, nada de sair pingando gotinhas no suco das crianças. Sucos naturais sem açúcar e bons exemplos resolvem o problema de forma mais natural. Além disso, como já comentei em outro post: Quem tem sede, bebe ÁGUA!!!

Boa semana a todos!!

Em tempo: ainda tenho muito a escrever sobre adoçantes. Vou fazê-lo em pequenos capítulos, ok? ;)

7 de set. de 2010

De Médico e Louco...


De médico e louco, todo mundo tem um pouco... Talvez seja por isso que as séries de televisão que dramatizam rotinas de hospitais e a vida dos médicos - como as americanas House, ER e Grey’s Anatomy – despertaram a curiosidade no público, e contam com tantas temporadas.

O sucesso é tanto, que os estúdios de TV norte-americanos lançam a cada ano uma série nova, sempre ambientada em hospitais.

As séries mais populares costumam enfocar situações de emergência, ou casos bizarros, com soluções ainda mais bizarras. O que assistimos, entretanto, corresponde à realidade?

Um estudo conduzido por Andrew Moeller, cientista da Universidade Dalhousie, no Canadá, revelou que as séries baseadas em hospitais têm mostrado procedimentos de primeiros-socorros equivocados. A conclusão do estudo foi que, das 59 convulsões atendidas pelos personagens na telinha, apenas 17 - menos de 30% – foram tratadas de forma correta.

Um outro estudo, desta vez realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostrou que as séries estão repletas de violações da conduta profissional e ética.

Os pesquisadores avaliaram 46 episódios de House e Grey’s Anatomy, e descobriram
179 questões éticas graves, incluindo a realização de transplante de órgãos sem o consentimento do paciente, e uso de procedimentos experimentais - principalmente no seriado House; isso sem contar os 58 casos de conduta sexual imprópria entre médicos ou enfermeiros, e 27 entre esses profissionais e os pacientes. Nesse quesito, Grey’s Anatomy ganhou a pole position.

Outra pesquisa, também realizada nos Estados Unidos, mostrou que mais da metade dos telespectadores afirmam ter aprendido algo sobre alguma doença assistindo às séries de TV. Esse resultado fez com que alguns estúdios adotassem a supervisão de médicos na elaboração dos roteiros.

A TV não tem mesmo a obrigação de reproduzir a realidade médica nas séries, Vale assistir para se divertir e relaxar (para quem consegue!), mas nada de sair por aí aplicando as lições do Mc Steamy, ou a sutileza do Dr. House!!

Fontes: http://blogboasaude.zip.net/, Revista Ser Médico, http://www.uol.com.br/, http://g1.globo.com/,
www.diariodasaude.com.br